quinta-feira, junho 07, 2007

1995.

tenho saudade de quando era guri. das preocupações mais importantes. de não perceber que tudo é invariável. e de não me doer tanto por isso. as formas eram outras. e nos dias mais recentes, lembranças assim me encontram sempre, enquanto me encaixo no box em banhos diários. movimentos conhecidos. todos os dias. quase acordo quando percebo meus olhos débeis me procurando no espelho. não pesam. por pouco não existem. não me comovo e apenas me dou à espera daquelas tardes em que ando demente pela passarela. como num filme que vi quando fazia a quarta série.

[7junho07]

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